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Fluir 1 - Livro de Esboço


A parte que te atura, criatura. A partitura... Ela. Sempre ela ali para dar um lá. Para dizer um olá. Ou um vá. Viaja. Em casa. Em casa. Para além das janelas essas paralelas. Um dia. Um dia. Um encontro, nem que seja pra além do lá. Nem que seja pra se aparar numa linha de caderno, de eterno, de terno pra acabar na geral, no banco de metal. Uma linha tal que dê um toim na fronte mental. Para levantar um galo calado envolto em mistério. Pautado por um ambiente que, sei lá, a gente mal sente. Como flui o metal no mental. Jaula perdendo o chão. Navegando na contra mão. Dissolvendo latão. Diluindo a fonte da razão. É manhã. Cocoricó. Acorda. Ai que dor de cabeça. Uma fresca. Uma fresca de mar. De ar da sacada. Que ódio do relógio. Lógico. Logo passa? Logo vaza essa água, esse lá da esgrima que me quero cair e lutar. Esse espinho de grimpa que me deixo pinicar e girar. Não vaza. Não vaza essa mais água que transforma a dura forma e torna os dias mais leves.


* O Angelo contou que fez as imagens em Londrina-PR . Estava na pequena piscina do hotel onde ficou hospedado com a mulher Marcia. E a água é que se movia... As paralelas ficavam numa parte no fundo da piscina, como degraus.

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Karen Monteiro - jonalista produtora de conteúdo e tradutora do alemão e inglês
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