Mó imaginação
- CAIXA CAIXOTE CAIXÃO
- 19 de jan. de 2022
- 1 min de leitura
Atualizado: 25 de jun. de 2022
Em não sabendo direito o que a crocheteira filha estava fazendo, tirou suas próprias conclusões. Ões, ões, ões. Reverberando nos valões. Coerências e coesões. Falências programadas e chutões. E não fez gol. Nunca fazia. Nem precisava. Amava a bola. E bastava. E essa quase nem custava. Adorava ver rolar, sem chutar. Movimento livre, sem gente. Só pelo ar que sente.
(resgatando post)
Rola. Rola. Roda. Roda. Gira. Gira. Expira. Espira. Espirra. Ômi. Crowded. Ômi ser de ver not found. Cada falso! Desamarra o laço. Desata um só. Descarta o nó. Faz bolsinha de seis pontas. Abelha estrela tava tonta. Sem pró, nem contra. Só as contas do voo intoxicante. Neutraliza opinião lancinante da operária, essa sim rainha, essa sim responsável pelo mel. O que seria da colmeia sem ela, elas... Não tem menos importante aqui, nem acolá. Deixa pra cá. Só sei que é um gorro andino andante o responsável pelo engano. Mas a crocheteira mãe arriscou dizer que era bolsinha em homenagem à Pedra-Raiz. De outro modelo. Virada assim, ó.

Mó imaginação. Tó. Totó. Loló. Amola a dó. Só. Lá. Caixolá. Doida de Pedra. Doída de Pedra. Dó ida de Pedra.
Sei é que depois disso virou um tal da crocheteira filha moer o conhecido e começar a crochetar andino redondinho e no caminho virar bolsinha de seis pontas...

E começar bolsinha e no caminho virar andino andante...

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